A cada dia que passa nós vemos mais e mais pessoas que apoiam o sistema hidroviário no Brasil. Afinal quando é colocado todas as vantagens e desvantagens da Hidrovia em relação a outros transportes como por exemplo em relação a ferrovia, a hidrovia se destaca.
São fatos, números que comprovam isso, e não sou eu que estou escrevendo isso que quero provar algo, são dados registrados por ambientalistas, professores e engenheiros até mesmo mais conhecedores do que alguns dizem e falam que sabem mas na realidade não sabem.
O senador Paulo Paim (PT-RS) foi mais um que defendeu em discurso da tribuna, a ampliação do sistema hidroviário no país. Conforme relatou, essa modalidade apresenta inúmeras vantagens econômicas, sociais e ambientais, quando comparada com rodovias e ferrovias. “Os rios possuem potencial para transporte de pessoas a preços muito menores que ônibus e aviões”, disse, ressaltando ainda que a ampliação do transporte hidroviário representaria uma redução dos acidentes verificados nas estradas do país.
O parlamentar destacou ainda as vantagens ambientais das hidrovias: “O modal hidroviário apresenta eficiência energética 29 vezes superior ao rodoviário. Além disso, consome 19 vezes menos combustíveis e emite seis vezes menos gás carbônico. Em outras palavras, é um meio de transporte ecologicamente correto e ambientalmente sustentável”, disse.
Paim, observou ainda que o uso do sistema hidroviário para circulação de pessoas e mercadorias permitiria uma 'substancial redução de tarifas e fretes'. “De acordo com o Ministério de Transportes, o frete hidroviário para minérios e grãos é cerca de metade do valor do modal ferroviário e de apenas 25% do valor do frete rodoviário”, disse.
Ele informou ainda que, “enquanto um caminhão consome 96 litros de diesel por quilômetro para transportar uma tonelada, a mesma carga transportada por hidrovia consome apenas cinco litros de diesel por quilômetro. Apesar de todas essas vantagens”, disse, “o transporte de cargas por hidrovias representa hoje apenas 4% do total, contra 58% do transporte rodoviário”.
O deputado João Caramez (PSDB) também destacou a logística do transporte como instrumento estratégico e a implantação da intermodalidade, transferindo carga da rodovia para os modos não rodoviários. “O uso da hidrovia como modal de transporte oferece maior eficiência energética, menor impacto ambiental, menor consumo de combustível fóssil, menor emissão de gases poluentes, menor custo operacional e menores índices de acidentes”, explicou Caramez, que falou ainda sobre o Hidroanel Metropolitano e os benefícios da conexão intermodal na região metropolitana de São Paulo. O senador e o deputado como muitos outros, quando conhecem dados e números verdadeiros apoiam o sistema hidroviário no Brasil.
“O modal hidroviário é o mais econômico que existe. Porém, no Brasil, onde há condições bastante favoráveis a esse tipo de transporte, ainda não temos um marco regulatório que contemple o setor. Para atrairmos os investimentos necessários, precisamos aprovar uma legislação que viabilize o uso desse modal”. A afirmação foi feita pelo deputado Eduardo Sciarra (PSD), mais uma pessoa que defende a Hidrovia, durante o Simpósio de Hidrovias que ocorreu em Brasília.
O gerente da ANTAQ, José Renato Ribas Fialho, também destacou o potencial de transporte do modal. “Apenas na bacia do Amazonas-Solimões foram movimentados 48,7 milhões de toneladas de carga em 2013, dos quais 22 milhões de toneladas de minérios e 7,2 milhões de toneladas de granéis agrícolas”, disse. E apontou as vantagens da opção pelo modal no transporte de cargas e pessoas, como o reduzido número de acidentes, menores custos de frete e redução dos altos custos de manutenção das rodovias.
Quando são avaliados dados verdadeiros, experiências reais sobre o sistema Hidroviário que tem dado certo no Brasil e também fora do Brasil, como um bom exemplo na França, são mais defensores dessa ideia, que acreditam no mundo melhor.
Acredito que o Brasil está no rumo certo, de um desenvolvimento sustentável.
Fonte:
Preservação ambiental? Como os termos "sustentabilidade", "qualidade de vida" e "preservação do meio ambiente" estão sendo usados de maneira leviana por diversos segmentos econômicos atualmente. Como se não bastasse a tragédia do novo código florestal que isentou desmatadores e acabou com a esperança de recuperação de, pelo menos parte, de nossas matas, agora os olhos dos mesmos se voltam para nossos rios. A história até parece boa se não soubéssemos do desastre ambiental que uma hidrovia causa ao meio ambiente com o alagamento dos brejos, alagados, matas ciliares e toda a sua biodiversidade já tão rara. Se a Hidrovia do Rio Piracicaba se tornar realidade, o mini-pantanal-paulista chamado de Tanquã, em Piracicaba, vai ser completamente destruído e diversas espécies de aves e mamíferos raros, muitos ameaçados de extinção, simplesmente, irão desaparecer, irão perder um dos únicos refúgios capazes de manter suas espécies com relativa segurança. Será que isso não é importante para essas pessoas tão "preocupadas" com o meio ambiente? Você tem alguma resposta para isso?
ResponderExcluirAssinando... João Marcelo da Costa, médico-veterinário.
ExcluirPreservação do meio ambiente??? não entendi! explica de novo?? acabar com o ciclo de um rio é preservar o meio ambiente!!!
ResponderExcluirEsse país esta perdido mesmo!!!
Lamentavel a postura deste empreendedor.
ResponderExcluirA forma como desrespeita o meio ambiente retrata o verdadeiro interesse.
Esta na hora de mostrarmos que não se faz mais projetos ambientais de forma amadora.
Onde estão as alternativas de modais ou alternativas de projetos no EIA / RiMA?
Este "estupro ambiental" que estão propondo sequer respeita o proprio EIA que diz que a área do Tanquã não pode ser compensada.
Espero que as autoridades competentes arquivem este absurdo projeto e que os interesses políticos e pessoais não prevaleçam sobre a conservação de uma das poucas áreas úmidas do estado de São Paulo.
É piada como manipulam e mascaram o próprio Estudo de Impactos Ambientais que fizeram....
CHEGA!!!!!!!!
Assino embaixo. A ganância do ser humano vai levar nosso planeta à total falência. Um dia as futuras gerações vão se dar conta, mas os culpados já estarão cimentados, porque não vai nem sobrar terra para enterrá-los. Do jeito que vai, vai mal...
ExcluirDesenvolvimento sustentável????
ResponderExcluirO que há de sustentável na destruição de um ambiente impar como o Tanquã para viabilizar um empreendimento totalmente questionável tanto do ponto de vista ambiental como financeiro?
O texto acima faz menção a ambientalistas que são favoráveis ao empreendimento, gostaria que citasse o nome dos mesmos e seus argumentos. A verdade é que vários grupos de pesquisadores como biólogos, ecólogos, zoólogos, botânicos, etc, inclusive vinculados a Universidades como UNICAMP, UNESP, UNIMEP e outras instituições ligadas a área ambiental, como CEO - Centro de Estudos Ornitológicos, participaram e demonstraram durante as audiências públicas e fóruns realizados, argumentos totalmente embasados, que demonstram todos os impactos negativos que o empreendimento causará.
Chega de enganação, diga não a Hidrovia no rio Piracicaba!
Vida longa ao Tanquã!!
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ResponderExcluirSério que vcs falam em preservação ambiental??? Creio que essa folder promocional deve ser refeito assim como o EIA/RIMA. Tentar vender o peixe é uma coisa, agora não me venham com uma sardinha podre dizendo é um filé de salmão!!! Não dá pra ser tão trouxa assim...
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