Haverá qualidade de vida através da redução da emissão de poluentes que resultam do transporte de grandes cargas por caminhões, substituindo-os por embarcações que consomem muito menos combustível por tonelada transportada, ajudando a mitigar a poluição ambiental e o aquecimento global, que já começam a provocar alterações climáticas;
Irá reduzir o transporte pesado nas rodovias, a hidrovia contribuirá para minimizar a saturação das vias, reduzindo os congestionamentos, tornando o tráfego mais ágil e seguro, reduzindo o número de acidentes;
Além de incrementar a “logística verde”. Pela hidrovia, para transportar mil toneladas de carga são gastos 5 litros de diesel; por rodovia, seriam mais de 96 litros. Um único comboio (rebocador e quatro chatas), com 150 metros de comprimento, transporta o equivalente à carga de 172 carretas de 35 toneladas, que ocupariam 3.500 metros de rodovias.
Estima-se que, no tocante ao custo direto, a plena utilização da hidrovia traria uma economia da ordem US$ 2,5 bilhões ao ano, visto que, no Brasil, 93% do transporte de carga é feito por caminhões e vai economizar nos custos de implantação: dados do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) mostram que a construção de um quilômetro de rodovia custa cerca de US$ 1 milhão, e o da hidrovia apenas US$ 200 mil.


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