terça-feira, 1 de julho de 2014

ASSOREAMENTO DO RIO PIRACICABA

O assoreamento é um tema levado muito a sério pelo Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo. Além da série de audiências e apresentação relativas aos impactos ambientais, muito além das exigidas pela legislação, o tema foi submetido às Câmaras Técnicas do Comitê das Bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí, para subsidiar parecer à CETESB.
A preocupação é no sentido de que a dragagem em sua primeira fase (construção da represa e aprofundamento para reduzir o remanso) seja feita da forma a mais correta possível, tanto na remoção principalmente de areia, quanto à sua disposição final, a ser feita nas partes mais baixas do rio.




Para tanto, o procedimento deverá ser monitorado também pelo Comitê PCJ, sendo sugerido, pelos autores do projeto, que isso seja feito a cada dois meses. Além da preocupação de que a barragem seja tecnicamente perfeita, ela sinaliza para que o sistema de tratamento do esgoto, feito pelos municípios, seja aperfeiçoado, para facilitar a recuperação das águas, ou seja, que a ETEs efetuem também a remoção de nitrogênio e fósforo durante o tratamento, para evitar a concentração orgânica nos curso d’água.
A sugestão é que seja elaborada uma lei ou regulamentação federal ou estadual destinada a aperfeiçoar o tratamento de esgoto, o que favoreceria a recuperação das águas nas represas e nos rios.
Os cuidados, portanto, vão além dos esperados. 

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