Os primeiros estudos para a construção da barragem de Santa Maria da Serra datam de 1976 e foram realizados pela Portobrás, órgão posteriormente extinto em reforma administrativa. Em 1993, quando prefeito de Piracicaba, Antonio Carlos Mendes Thame optou por resgatar os estudos da Portobrás, trabalhando junto à Diretoria de Hidrovias da CESP para reativar os planos de dar navegabilidade ao rio Piracicaba.
Naquele mesmo ano, foi realizado o Seminário Internacional de Desenvolvimento da Hidrovia Tietê-Paraná, em Nova Orleans, com a participação do prefeito Thame, a convite da CESP.
Lá, nos Estados Unidos, o governador Luiz Antônio Fleury Filho, acedendo a pedidos do prefeito Thame, Joaquim Teixeira Riva e Fausto Longo, diretores da CESP, autorizou a elaboração de estudos para tornar o Rio Piracicaba navegável. Os projetos iniciais corroboraram a proposta de construção da barragem em Santa Maria da Serra, para elevar o nível do rio até o distrito de Artemis e permitir a construção de porto que seria o marco zero da hidrovia paulista, entroncamento intermodal e terminais de carga.
Os projetos foram concluídos e aprovados no governo Mário Covas, que inclusive assinou a criação do Plano de Desenvolvimento do Vale do Piracicaba, favorecendo 22 cidades e a ser reativado.

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